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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

"Eu vi monstros"

O juiz Luís Carlos Valois, da Vara de Execuções Penais do TJ do Amazonas, que participou da negociação com detentos no presídio Anísio Jobim, disse o seguinte ao Metro Jornal:
"O juiz de execução penal tem que olhar para o preso como um ser humano. Não importa quem seja, o juiz está lá para zelar pelo direito do preso. Mas essa minha capacidade [de ver o preso como um ser humano] está abalada, porque eu vi monstros. Vi monstros. Minha fé no ser humano, em geral, está debilitada, e preciso recuperá-la."
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