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sábado, 18 de fevereiro de 2017

2018 no DF: Correr pode…e deve, mas vencer é outra história!


O que muitos não tem conseguido perceber, mesmo com o requintado “faro político e jornalístico”, como costumam dizer, é que a corrida à cadeira número 1 do GDF já se iniciou desde o primeiro ano de governo de Rollemberg, quando a sociedade brasiliense percebeu que essa não tinha sido a melhor escolha para o DF. Um governo fraco, sem apoio e poder de agregação e com muitas, mas muitas chances de até mesmo não concluir seu mandato.
Rollemberg resolveu governar sozinho. Não se sabe se por ideologia, por pura falta de experiência administrativa ou se por pirraça. Mas governa…e mal.
Foi deputado distrital em 1994 depois de amargar uma derrota em 1990 e assumiu o mandato, eventualmente, pelas licenças do titular Wasny de Roure, já que era o primeiro suplente. Eleito efetivamente em 1998 a deputado distrital, com 15.942 votos, dedicou seu mandato ao combate à grilagem de terras públicas (talvez sua obsessão pela derrubada de casas até hoje). Em 2002 não passou de um terceiro lugar ao cargo majoritário de governador. Em 2006, foi eleito deputado federal com 55.917 votos. Em 2010 elege-se Senador, juntamente com Cristovam Buarque, com 738.575 votos (33,03% dos votos válidos). Um curriculum invejável para quem buscou projeção política, mas administrativamente um zero à esquerda, como tem provado.
As conjecturas de “Ispicialistas Puliticus”, sedentos por colocar a bola na caçapa, às vezes, nos fazem rir. São tantas que nem dá oportunidade à população de analisar e pensar no assunto. Na verdade, todos sabem que as mudanças sonhadas para a capital federal só acontecerão se a direita se unir e buscar um consenso capaz de aniquilar a esquerda infiltrada no Governo do Distrito Federal, que o diga Chico Vigilante (PT-DF).
Não podemos afirmar que ainda é cedo, até mesmo pelas considerações feitas no primeiro parágrafo, mas que algumas afirmações não tem mesmo sentido, isso é fato. Temos um cenário completamente indefinido dentro da capital. Nomes de peso e outros só de coadjuvantes estão sendo colocados em evidência com a nítida intenção de confundir o eleitor. Fraga, Izalci, Filippelli, Rollemberg (pelo poder da máquina administrativa), Frejat e mais recentemente Cristovam Buarque, são nomes que não podem ser desprezados em nenhuma pesquisa, já que Reguffe declarou que não abrirá mão de seu mandato outorgado por seus eleitores.
Todos estão buscando construções. Se de um lado temos Filippelli e Roney Nemer com o PMDB e PP, do outro temos Fraga e Alírio Neto com o DEM e o PTB e mais Izalci do PSDB com o PSL e PSDC. Isso sem descartar que se José Roberto Arruda se livrar dos processos que o atormentam, será, sem dúvidas, um nome forte a ser batido, com ou sem alianças.
Brasília terá uma das mais complicadas eleições para majoritários do país, podem escrever!
Mas uma coisa fica evidente: O povo procura alguém que “Fale a sua língua”.
Da redação,
Por Poliglota…
Ponto de Vista: Muito boa matéria do senhor Poliglota. kkkk  O fato é que o povo brasiliense, dificilmente, verá governos temporários e aventureiros como Agnelo e Rollemberg. Brasília piorou muito nesses governos. O povo merece respeito e um governo que realmente entenda e fale a língua do povo, pois afinal, o povo é o político e o "político" é o seu representante; falta só a tal consciência política do povo em votar de forma correta ou tipo, vote por convicção (sabe em quem tá votando e o que já fez por Brasília) ou vote por eliminação (esse é ruim, esse é péssimo, esse é fraco, esse é arrogante e o menos pior é esse kkk ou então faça um churrasco no dia da eleição kkk); é isso.
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