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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Novas prisões da Lava Jato miram Renan Calheiros e Barbalho.

jorgeluz
FB
As ordens de prisão da “345423ª” fase da Operação Lava jato – as expedidas contra Jorge Luz (este da foto) e seu filho Bruno Luz – podem estar voltadas para Renan Calheiros e Jader Barbalho, dois entre os políticos de quem Jorge era amigo. E de Sérgio Machado, o delator gravador, também.
O curioso é que os Luz foram citados desde os primórdios da Lava Jato por Paulo Roberto Costa como  negociador de propinas do PMDB e Jorge, inclusive, já vinha tendo contatos com o Ministério Público desde o ano passado.
Tempo para destruir provas, ambos tiveram de sobra.
Ou para negociar delação, porque os repórteres Julianna Granjeia e Chico Otávio, de O Globo,  já registravam que antes de setembro do ano passado o MP e Luz negociavam o velho e conhecido esquema: delação ou cadeia.
Jorge Luz está entre abrir a boca ou enfrentar o constrangimento dos pulsos algemados e o risco de uma condenação superior a 40 anos de prisão pelo envolvimento já provado em quatro casos da investigação.Depois de três conversas informais com o Ministério Público Federal (MPF), o empresário ouviu que a consistência das provas não deixa muitas saídas.
Ainda não está claro se houve algum fato novo, o que está claro é que as prisões, com potencial de causar um enorme rebuliço no Senado esperaram, apenas coincidentemente, a votação e a aprovação de Alexandre de Moraes para o STF.
Ganha um diploma de “velhinha de Taubaté” aquele que acreditar que o ex-chefão da Polícia Federal (ex?) não soubesse das iminentes prisões, como sabia e fez inconfidências em Ribeirão Preto, quando da detenção do ex-ministro Antonio Palloci.
É, como disse aquele delegado, o timing.
Tá na hora desse ser humano podre chamado Renan, conhecer a cadeia.
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