quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Uma gota no oceano de propinas.

Os irmãos Renato e Marcelo Chebar, que administravam as propinas de Sérgio Cabral e se tornaram delatores do esquema, estão com mais dificuldade para reconstituir a movimentação de propinas no Brasil do que no exterior. (Os Chebar delataram os US$ 100 milhões que Cabral mantinha fora do país e que resultou na Operação Eficiência.)
Da parte da propina recebida, lavada e gasta no Brasil, os irmãos afirmam ter apenas uma planilha com o registro de movimentações financeiras de 10 meses (agosto de 2014 a junho de 2015).
A questão é que a dupla afirmou ter trabalhado desde 2002 para Cabral, ou seja, faltam cerca de 13 anos de registros de propinas recebidas.
Não é demais lembrar que nesse curto período de 10 meses a ORCRIM de Cabral movimento R$ 39,7 milhões.
O mapeamento do oceano de propinas movimentadas no país pela quadrilha Cabral está, portanto, só no começo.
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