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quarta-feira, 1 de março de 2017

Previdência: reforma perde feio até na Comissão da Câmara. Veja gráficos da Folha.

pesqapos
A enquete da Folha com os integrantes da Comissão Especial de Reforma da Previdência da Câmara mostra como será difícil e “caro” politicamente aprovar alguma das propostas tal como veio das mãos de Michel Temer.
Ouvidos 35 dos 36 integrantes, as posições do governo não têm maioria em nenhuma das propostas, nem mesmo na mudança da idade mínima e não obtém sequer um terço de apoio quando a questão são as regras de transição e as restrições ao benefício de prestação continuada, assim como a insânia dos 49 anos de contribuição para alcançar o benefício integral.
Mesmo a idade mínima, hoje, não passaria e a equalização dos tempos de serviço para homem e mulher – ardorosamente defendida hoje por Míriam Leitão em O Globo como se a realidade da mulher brasileira fosse a de profissionais de nível superior e profissão liberal e não a vida duríssima que a imensa maioria delas tem, dedicando quase 30 horas por semana aos cuidados da casa, como mostrou o IBGE – não atingem os votos para serem aprovadas na comissão. E ali, a maioria é simples, mas no plenário serão preciso dois terços da Câmara.
E olhe que mal começou a mobilização política contra a reforma, que começam no dia 15, com atos em todo o pais.
A Folha, com que para mostrar quem é que manda no Governo Temer, logo abaixo da enquete publica, sintomaticamente, a opinião do Banco Itaú de que sairá “caro” alterar a reforma. O “barato” do Itaú é que os brasileiros trabalhem até a morte. Afinal, somos feitos para eles, não é?
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