segunda-feira, 8 de maio de 2017

México tem 15 vezes mais servidores para fiscalizar partidos. Já no Brasil...deixa pra lá. Aff...

TSE  
Gabriel Mascarenhas
O eleitor deve se perguntar constantemente como as excelências sugadas por denúncias de caixa 2 na Lava Jato enchem a boca para dizer que suas contas e a de seus partidos foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.
Como o camarada e as legendas recebem milhões, não os declaram e, ainda assim, o Judiciário não pesca a maracutaia?
Ao menos um aspecto, se não esclarece por completo, ajuda a entender o, aparentemente, inexplicável álibi da classe política. E é simples: falta de braço.
Aumentando o zoom sobre o quantitativo de mão de obra do TSE e o comparando, por exemplo, com a agência reguladora eleitoral do México, país referência no assunto, o drama salta aos olhos.
O órgão mexicano possui 350 servidores para esquadrinhar origem e destino dos 150 milhões de dólares (470 milhões de reais) que são distribuídos e gastos por nove partidos anualmente.
No Brasil, o quadro técnico do TSE tem míseras 23 pessoas, responsáveis por fiscalizar 277 milhões de dólares (880 milhões de reais), repassados a 35 partidos.
A conta não fecha, para a vibração dos engravatados que engordam seus caixas paralelos e se utilizam da deficiência da Justiça Eleitoral para tentar explicar o incompreensível.
Blog Sim Nós Podemos!!!!👉👈?