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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Não iremos esquecê-lo governador Rollemberg!. Pois é...

 
Passados dois anos e quatro meses do governo Rollemberg, policiais e bombeiros militares só se recordam das palavras em vídeo durante a campanha eleitoral. Promessas não cumpridas e distanciamento das tropas marcam e marcarão para sempre um governo que não se sabe para que veio. Veja as promessas de Rollemberg aos policiais e bombeiros militares acima no vídeo
  • ELIMINAR A INGERÊNCIA POLÍTICA: Nomearia comandantes de conhecimento técnico e capacidade de liderança. Nem o do bombeiro e muito menos o da polícia militar demonstraram isso até agora. Pelo contrário, se calaram nas reivindicações mínimas que atendera a maioria dos integrantes das casernas: As Praças!
  • PM e BM NÃO SERÃO PERSEGUIDOS: Acabo de receber a notícia, extra-oficialmente, de que mais um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto em meu desfavor por cobrar postura do governo e comando diante das questões inerentes às classes e exercer minha segunda profissão que é a de jornalista. Isso é o quê? Não é perseguição Política? Mas saibam, não me calo! Passei 30 anos servindo à sociedade e saí pela mesma porta que entrei, a da frente!
  • DIÁLOGO PERMANENTE: Diálogo com quem? Rollemberg cacifou sua Casa Militar e nunca recebeu nem policiais e muito menos representações. Nem mesmo os deputados federais que compõe a bancada federal no Congresso são recebidos. Então ele dialoga com quem? Com seus paus mandados?
  • REESTRUTURAÇÃO DAS CARREIRAS: Segundo suas promessas em campanha ainda, iria propor uma nova Lei e reduziria os interstícios para as promoções de policiais. Preciso dizer mais alguma coisa?
  • SUBSTITUIÇÃO DO RDE POR UM CÓDIGO DE ÉTICA: Mais uma de suas promessas que jamais irá cumprir. Já se passaram mais de dois anos e meio de governo e nada. Nas suas palavras, hierarquia não é escravidão e disciplina não é submissão. Deem uma passadinha nos quartéis e vejam as escalas de serviço.
  • RECOMPOSIÇÃO DE QUADROS: Mais de dois anos se passaram e nenhum efetivo foi acrescentado ao atual. Pelo contrário, mês a mês estamos perdendo efetivo e hoje estamos abaixo de 12 mil policiais para uma população acima de 3 milhões de habitantes, contrariando o previsto em Lei de que o efetivo da corporação seja superior a 18.600 policiais.
  • RECOMPOSIÇÃO SALARIAL: Os reajustes concedidos até agora são oriundos, ainda, do governo Agnelo (PT) depois de muitas lutas em praça pública, operação tartaruga, prisões e punições por perseguição. Nenhum reajuste foi concedido ao policial e bombeiro militar por parte desse governo.
  • ASSISTÊNCIA PSICOLÓGICA E JURÍDICA: Outra farsa! A poucos dias um policial militar da reserva se suicidou por problemas financeiros e pressão por falta de acompanhamento. Nem plano de saúde decente temos. O policial em lide tinha se aposentado a menos de um ano. Na parte jurídica temos acompanhado a degradação do policial nas famigeradas audiências de custódias, onde o vagabundo tem mais palavra do que o próprio policial, além, óbvio, das denúncias infundadas na Corregedoria da Corporação que acabam colocando o policial como o próprio marginal. O seguro, o qual ele se refere, continua sendo retratado através dos Its (Inquéritos Técnicos) que sempre sobram para o policial pagar os danos causados nas viaturas policiais em caso de acidentes até mesmo em ocorrências.
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS: Tudo uma hipocrisia, demagogia e mentira descabida desse governador. Nada do que prometeu ainda em campanha cumpriu. Acha que pode continuar (des) governando Brasília sem a ajuda da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Terá o mesmo destino de Agnelo Queiroz e não passará de mais uma alma mal lembrada dentro do cenário político do DF. Agora, como de praxe, mande abrir mais um IPM governador, pois verdade são poucos os que tem a humildade de ouvir e a coragem de falar.
Por fim, para completar seu pacote de maldades contra as corporações, determinou à sua tropa de choque junto ao governo federal que envidasse todos os esforços para que as Emendas inseridas na MP 760/2016 não fossem contempladas e aprovadas no relatório final da Comissão Mista que estuda a matéria e cuja relatora é a deputada Érika Kokay. Algumas dessas emendas, que não gerariam onerações ao erário, iriam trazer um alento aos policiais e bombeiros militares já que o arrocho econômico tem sido o carro chefe desse governo desde janeiro de 2015.
 
Pronto governador! Agora o senhor está com a faca e o queijo nas mãos para fazer o que sempre fez contra aqueles que vão de encontro as seus ideais. Peça a abertura de mais um IPM e refugie-se na sua incapacidade de governar nossa capital.
Da redação,
Por Poliglota…
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