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sábado, 27 de maio de 2017

"Não sou favorável a uma revisão prematura" do acordo com Joesley.

Advogado criminalista responsável pela negociação das delações premiadas das construtoras Câmargo Corrêa e da Andrade Gutierrez, o professor da FGV-SP Celso Vilardi disse ao Globo que ainda é cedo para se debater a homologação e os efeitos da colaboração dos irmãos Batista, da JBS, na Lava Jato.
"Acordos de colaboração e leniência devem ser dilatados em função daquilo que o colaborador trouxe para o Estado. Isso só pode ser verificado mais adiante. Por isso, não sou favorável a uma revisão prematura."
Para Vilardi, segundo o jornal, a revisão só faria sentido caso se verifique que os delatores entregaram menos informações do que prometeram ou se fatos listados não se mostram “absolutamente comprováveis”.
De resto, a homologação das delações de executivos limita-se a aferir a “regularidade, a voluntariedade e a legalidade do acordo, sem que ocorra juízo de valor a respeito das declarações do colaborador”.
Foi justamente o que o ministro do STF Edson Fachin alegou para rebater as críticas que vem sofrendo após a delação de Joesley Batista.
Segundo a Coluna do Estadão, Fachin disse, "entristecido", que cabe ao Supremo analisar questões formais e não o conteúdo da denúncia.
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