terça-feira, 30 de maio de 2017

Senador precisa optar entre salvar sua pele ou a de seu filho.

Fernando Bezerra Coelho, ex-ministro da Integração Nacional e coordenador do programa de governo do pré-candidato Eduardo Campos 
Gabriel Mascarenhas
A vida do senador Fernando Bezerra Coelho, do PSB de Pernambuco, só não anda mais difícil do que as de Aécio Neves e Michel Temer.
O partido dele abandonou o governo e anunciou que passaria a votar contra os interesses do Palácio do Planalto.
O problema é que o herdeiro da excelência pernambucana, Fernando Coelho Filho, não larga a cadeira de ministro de Minas e Energia nem sob tortura.
A hora da verdade está marcada para a próxima terça-feira, quando ocorrerá a primeira votação da reforma trabalhista, uma das prioridades do governo.
O PSB está pressionando o senador para que ele se abstenha de votar ou não apareça na sessão para dar lugar ao suplente, contrário à reforma.
Bezerra Coelho tem uma semana para escolher se prefere virar persona non grata entre os correligionários ou dar margem ao Planalto expurgar seu filho da Esplanada.
Ou seja, se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come.
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